09 Mai 2018

 Arquivado em: música, na tv

All Aboard que agora é em Portugal!!!

Festival da Eurovisão da Canção, conhecido pelo maior evento musical da Europa ou até mesmo do Mundo (já que entra Austrália nessa brincadeira não se sabe bem porquê *cof cof*, sim, o país dos cangurus que fica lá na p… ponta do mundo!), em 2018 será (está a ser) organizado por Portugal graças à esmagadora vitória do Salvador Sobral na edição anterior a 13 de Maio de 2017 com a canção Amar Pelos Dois.

Portugal desde há 50 anos que tem participado em praticamente todas as edições (falhando uma ou outra por falta de dinheiros com as crises intestinais do país), mas saíndo sempre de lá com pontuações muito aquém relativamente a outros países da Europa, até mesmo com zero pontos (num total de 36 participações que regressaram com zero pontos na tabela). No entanto, a edição de 2017 quebrou com esse jejum ou maldição de 50 anos sem uma única vitória. Diz-se que foi milagre do Papa Francisco em Fátima, já que a música de Salvador e Luísa Sobral sagrou-se vencedora no dia da visita do mesmo a Portugal.

Seja como for, este ano é em Portugal, e na Minha Lisboa ♥ (só porque temos a maior sala de espectáculos do país, o Porto, como sempre, põe-se a chorar de que “é sempre a mesma merda carago, vai sempre tudo pra Lisboa, foda-se!!”).

Espaço dedicado ao Eurovision no Terreiro do Paço para quem quiser desfrutar um pouco desta euforia sem pagar um cêntimo em entradas

Sigo o festival de forma eufórica desde há uns anos para cá, até mais o europeu do que a escolha da música portuguesa que vai para o estrangeiro, pois escolhem sempre músicas que não aprecio e acabo por não ter paciência para assistir às galas que organizam a buscar cenas do passado com os artistas do passado que nunca chegaram a conquistar o público da Europa (RTP adora viver do passado que nem museu, fazer o quê…). Confesso que ano passado não era grande fã da música portuguesa (como sempre), mas torcia por ela a par de outras escolhas que fiz numa lista pessoal, que por acaso estive quase a publicar um post aqui no blog sobre. Aliás, há vários anos que tento fazer um post de músicas favoritas do Eurovision Song Contest que nunca levei para a frente por ter tantas favoritas e nunca ter conseguido terminar o post a tempo, antes do fim do festival (se vissem nos meus rascunhos a várias tentativas de post que tenho por aqui XD).

Já que decidi retornar com o blog recentemente e ano em que o meu país organize este evento talvez não se volte a repetir tão cedo, este ano o post não poderá falhar!! No entanto, este ano não tenho tantas favoritas como outros anos, não sei se é dos meus ouvidos que andam habituados a outros ritmos ultimamente, mas não estou a conseguir gostar de tantas músicas desta vez :/ Mas sem mais delongas, vamos para as minhas escolhas! Lembrando que são minhas esolhas pessoais, outros fãs deste festival poderão gostar mais de outras que não estarão aqui mencionadas ou poderão achar as minhas escolhas uma merda, mas são as minhas! Ah, e não fui capaz de das colocar numa ordem de preferência específica, gosto destas e pronto 😉

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 Escrito por Mari Souza


17 Abr 2018

 Arquivado em: assuntos variados, pelos caminhos de Portugal, textos

Sumi pela 74926982 vez. Juro que tentei voltar ainda esse ano com post todo bonitinho de reflexão de ano de 2017, mas a hospedagem resolveu fazer das suas na hora de editar os códigos para botar o post todo bonitinho cheio de fotinhas lindas para o ar e acabei por desistir.

Já perdi a conta das vezes que desisti deste blog, mas mesmo assim tento mantê-lo online para um dia que queira voltar com ele com força. Quando esse dia vai chegar? Não sei, vamos ver. Estou com a ideia de uns posts, só tenho que ganhar vergonha na cara e parar de ter preguiça para os concretizar.

Sobre a vida, ela vai-se vivendo… uns dias bem, outros dias mal, aqui, acolá, na descoberta de caminhos ou então estagnando nas águas paradas.

Sobre as águas, só queria que parasse de chover durante um mês inteiro. Portugal esteve em seca extrema, há precisamente 6 meses vivemos o dia mais infernal em quesito de incêndios que já houve na história do nosso pequeno país. Todo o país, do Norte até Setúbal (Alentejo e Algarve não arderam não sei porquê, inventem a teoria da conspiração que quiserem), ardeu por vários dias seguidos. Por dias só se via fumo e sentia-se o cheiro a queimado. Ouviam-se as rezas por chuva, a chuva não veio, o São Pedro preferiu deixar arder o velho pinhal do Rei, o Pinhal de Leiria. “Deixa arder que o meu pai é bombeiro”, lá pensou o senhor das chaves que controla a meteorologia. Os bombeiros foram poucos para apagar tanto fogo, as populações no desespero faziam o que podiam para salvar o que era seu, principalmente as suas próprias vidas. Vidas se perderam, não apenas casas, mas vidas humanas e animais. Foi preciso, desde então, seguir em frente, cada um do jeito que pôde, do jeito que o governo tinha que ter ajudado a quem perdeu tudo. Tudo ardeu por uma culpa que morreu solteira de actos terroristas que ficaram impunes. Nem uma gota de chuva que se chamasse de abençoada até Fevereiro. Ponte submersa há 20 anos volta a estar à vista derivado à seca, é a principal manchete dos jornais e sites de notícias. A nascente do Rio Tejo seca em Espanha. São Pedro, quando é que mandas chuva cá para esta gente? “Só quando Deus quiser”. E só quis em Fevereiro. Nem 3 meses de chuva copiosa, já deu para os rios e campos brotarem com toda a força do seu esplendor. Tanta chuva já deprime, queremos o sol radioso de volta. Oh povo que nunca está contente com nada!

Foto de 19 de Junho de 2017 em Vila Real. Não importa a data, nem o lugar, o sentimento resume-se a uma única palavra: devastação

Aos poucos, este pequeno país plantado à beira-mar vai Ressurgindo das Cinzas, tal e qual este blog. Este texto de forma alguma foi planeado, foi sendo dedilhado enquanto escutava a música These Days. Espero retornar num dia destes.

All our troubles
We’ll lay to rest
And we’ll wish we could come back
To these days



 Escrito por Mari Souza


19 Nov 2017

 Arquivado em: blog, pessoal

4, 5, 6, cala a boca e não chateis!! WAAA, saudades de cantar isso no autocarro nas visitas de estudo da escola 🙁 *sentindo-se velha* . Pera, este post não é para falar de nostalgias da minha vida, isso pode ficar para outro, ehehe!!

ORA VIVA PESSOAS, ANIMAIS E NATUREZA (PAN *cof cof*, é melhor parar com as piadinhas políticas), tudo bom com vocês? *som de grilos*. Ninguém por aqui mesmo 🙁 Já que estou aqui sozinha, vou-me embora… bye bye…. Brincadeira 😀 Olhem só quem resolveu voltar para este mundo pintado de arco íris cheio de purpurina e unicórnios cor de rosa: a gripe!!! (nem por acaso, essa desgraça atacou-me e não quer ir embora ahgdhafdhgfds). Desculpem pessoas, a criatura aqui está há séculos sem mexer em blogs e já não sabe começar um post e como tem que o fazer de alguma maneira, fica escrevendo um monte de coisas sem sentido, já parecem as descrições das fotos do seu instagram, não há paciência XD (Por falar em insta, sigam-me lá no insta, já faço merchan no meio do post e dane-se, tem muita foto bonitinha por lá e nem sou assim muito chata com stories :P).

Então, estamos a tentar voltar pela 3ª vez, 79243679236ª vez unofficial, e esperemos que seja de vez. E com isto quero dizer, meus caros e minhas caras, que se não fizer uns 2 meses seguidos com postagens, eu retiro-me oficialmente forever da vida blogueira. Venho aqui, faço post de despedida e cabô. Mas oh criatura, como assim? Quer dizer que se postares durante 2 meses seguidos e do nada somes, fechas a loja à mesma? Aí depois vê-se. O lance é, volto agora em novembro e como já estamos a meio do mês vamos prolongar a coisa para até meio de Janeiro. Se não cumprir em postar durante esse tempo numa regularidade aceitável (um post de semana a semana ou de 2 em 2? não sei), retiro-me para todo o sempre.

Estou de volta colocando um ultimato em mim própria porque eu vou-vos confessar: não vejo mais sentido em blog nos dias de hoje. Não tenho mais paciência para mexer em códigos, aprender códigos novos e perder horas a criar frufrus para incrementar no blog seja em códigos ou em design. Não me encaixo mais na blogosfera da moda antiga (por isso que não voltei para o KnM e não pretendo e falarei dele esporadicamente em siglas para não existirem ligações aos dois blogs por questões de identidade) e não me encaixo nessa nova onda de blogs brogueirinha que falam de maquilhagem, cabelos, looks do dia, resenhas de filmes e livros pra cá e pra lá, comprinhas do mês, o caralho a quatro.

Na verdade, não me revejo mais em nenhum estilo de blog. Blogs que antes me inspiravam para fazer o meu, hoje em dia não me dizem mais nada. Não sei se é derivado ao desiquilíbrio em que a minha vida está (idade que eu tenho / estilo de vida que tenho / estilo de vida que gostaria de ter mas que não consigo ter derivado a x y z), se é derivado à minha mega crise existencial, ou um pouco de tudo. Sobre os blogs da velha guarda, não me revejo neles também totalmente porque, bom, sabem (se alguém dessa época vier ler) aquela menina de 20 e poucos anos de quando abriu o KnM para sentir aquela nostalgia de ter aquele bom e velho blog dessa época? Não existe mais. Essa menina cresceu e agora há muitas coisas que ela pensava/fazia nessa época que não consegue fazer mais e não se vê mais em tal situação (resumindo numa maneira muito tosca a mudança que se passou pela minha cabeça durante este tempo que estive fora dos blogs). Por isso, pá, não se admirem chegarem aqui e lerem uns posts escritos muito à toa com um monte de coisa muito à toa, porque neste momento sou uma pessoa muito à toa (sempre fui, mas agora ainda pior XD). E aquele “pá” bem à toa, é assim que falo… páaaaa!!

Mas então porque voltei se não vejo mais sentido em blog? Vou reformular: não vejo mais sentido nos blogs em geral. Eu vou criar o meu estilo de blog, fazendo as coisas à minha maneira. Mas oh totó, não ias fazer isso? Ia, mas mesmo assim tive muitas dificuldades para escrever os posts que comecei (que nunca acabei, tenho nos rascunhos à espera que um dia os termine kkk) porque punha travões e censuras à minha nova forma de escrever, que é esta 🙂 É assim que me sinto bem a escrever, a escrever como se tivesse a falar, sem regras, sem filtros, e com um belo de um FODA-SE completamente aleatório. Na verdade pessoas, eu queria era ir para o youtube, falar das coisas mesmo e não expressar-me pela escrita (sinto mais a necessidade de falar e expressar-me do que de escrever), mas enquanto as coisas da minha vida não andam de forma a que eu consiga dedicar-me a um canal de youtube, vou-me manter por aqui, talvez até comece com o canal através do blog com uns vídeos que prolonguem determinado post (já vou tendo essa ideia há algum tempo e pretendo de facto pô-la em prática)… bom, só aguardem, as coisas vão nascendo com o tempo e vontade 🙂

Sobre o novo visual do blog, há muito tempo que já estava a pensar colocar um pouco para o canto a bonequinha Rebêlia, até porque eu não me vejo mais naquela menininha com aquele cabelinho, mas vejo-me ainda nesta proposta de blog que tinha trazido no início do ano quando o abri. O meu visual mudou muito, não uso mais franja, nem cabelo curto e substituí o meu castanho natural por loiro. Sim gente, estou loiríssima e sinto-me como se essa fosse realmente a minha cor de cabelo natural ♥ . Por isso, não via mais sentido em eu usar aquela bonequinha como proposta visual para me definir no blog e, convenhamos, para quem é uma noob nas artes do ilustrator, é extremamente difícil fazer uma nova bonequinha baseada na pessoa que hoje sou. Então decidi retirá-la do visual principal, mas mantê-la como mascote do blog para designs secundários. Esta nova proposta surgiu do nada enquanto brincava no ilustrator… amei logo de primeira e danem-se os haters ♥♥ .

Bom pessoas, não me irei alongar mais. Espero que gostem e me dêem uma nova oportunidade, também estou dando uma nova oportunidade a este meu cantinho que criei com tanto carinho cada detalhe, que apesar de os códigos estarem meio obsulentos e o visual praticamente igual a quando abri este cantinho, tenho um grande orgulho de cada pedacinho :3

Abraços & Beijinhos ♥♥



 Escrito por Mari Souza